Andando pela rua ela tentava entender tudo o que em alguns minutos acabara de acontecer. Pensava, pensava e pensava, mas não conseguia compreender. Perguntava-lhe como todo aquele amor poderia ter acabado sem sequer um motivo. Ele havia prometido a ela que seria eterno. Prometeu também que jamais a deixaria sozinha, que iria a proteger. Aonde ele esta agora? Para onde foi todo esse amor?
Continuou andando e de repente começou a sentir a chuva que caia molhando o seu rosto, seus cabelos e suas roupas. Tão clichê quanto às cenas de filme. Mas exatamente assim acontecia.
Começou a lembrar de todos os momentos que tivera com aquele garoto. Garoto que ela havia dado todo o seu amor. Garoto que ela compartilhou todos os momentos, sentimentos e sensações. Tentava mas não conseguia esquecer-se de tudo que juntos passaram. Poderia ele então ter se esquecido de tudo isso?
Continuava a se perguntar aonde foi parar todos os sorrisos, beijos, abraços, momentos, e as promessas. Todos aqueles momentos lindos que com ele passou. Juras e mais juras de amor ditas sob a luz de um lindo luar.
Ela se achara tão fraca. Havia prometido jamais sofrer por amor. Jamais sequer derramar uma lágrima. Mas lá estava ela desmanchando-se em lágrimas, com o coração despedaçado. Implorando para que essa dor fosse embora.
Ela mau poderia ter imaginado que o amor poderia lhe causar tanta dor. Era uma dor tão forte que chegava a ser física.
Ela sempre costumava dar conselhos e mais conselhos para todos os seus amigos. Mas não conseguia achar nenhuma solução para que tudo aquilo passasse. Nem ao menos conseguira entender o que havia acontecido.
Lembrava-se exatamente dele dizendo-lhe que não dava mais, que tudo havia acabado. Esses momentos pairavam sobre sua cabeça. Aquela cena se repetia centenas de vezes e a deixava atordoada, sem direção.
Foi então que cansada de andar, resolveu sentar-se em um canto de uma calçada coberta. Estava protegida da chuva. Lá ninguém podia ver-la. Encostou sua cabeça na parede e as lágrimas não paravam de cair. Queria ser salva. Queria ser libertada daquele amor que a consumia. Olhava tudo em sua volta. A chuva que caia sobre as ruas, molhando as árvores e as pessoas que por ali passavam. Estava tão frio que a fazia tremer. Mas não queria ir para casa e ter de enfrentar seus pais com milhares de perguntas.
Voltou seu pensamento em tudo que havia acabado de acontecer e percebeu que aquele amor não era verdadeiro. Na parte dela sim, pois foi sincero o tempo inteiro. Mas da parte dele não. Se fosse não a deixaria sem ao menos uma explicação. Não quebraria todas as promessas e não se esqueceria de todos os momentos. Logo ele estaria lá se divertindo novamente.
Foi então que decidiu ser forte. Enfrentar tudo isso. Sempre foi forte e não seria agora que iria esmorecer. Mesmo que doesse por dias e mais dias, ela iria tentar e não iria desistir. Sempre soube que as decepções fazem as pessoas crescerem e ficarem mais fortes. Era sua vez de passar por tudo e ela passaria. Poderia estar doendo e estava. Uma dor profunda. Poderia chorar todos os dias em seu quarto. Mas se mostraria forte e com o tempo isso passaria.
E não seria clichê, ela não diria que nunca mais iria se apaixonar. Ela sempre sabera que o amor verdadeiro chegaria. Mesmo que para isso tivesse muitas lições a aprender. Mas por esse amor ela esperaria.
Foi então que a chuva cessou, ela levantou e foi caminhando até a sua casa. Sentia-se um pouco melhor. Iria enfrentar tudo que viria e iria conseguir.
Continuou andando e de repente começou a sentir a chuva que caia molhando o seu rosto, seus cabelos e suas roupas. Tão clichê quanto às cenas de filme. Mas exatamente assim acontecia.
Começou a lembrar de todos os momentos que tivera com aquele garoto. Garoto que ela havia dado todo o seu amor. Garoto que ela compartilhou todos os momentos, sentimentos e sensações. Tentava mas não conseguia esquecer-se de tudo que juntos passaram. Poderia ele então ter se esquecido de tudo isso?
Continuava a se perguntar aonde foi parar todos os sorrisos, beijos, abraços, momentos, e as promessas. Todos aqueles momentos lindos que com ele passou. Juras e mais juras de amor ditas sob a luz de um lindo luar.
Ela se achara tão fraca. Havia prometido jamais sofrer por amor. Jamais sequer derramar uma lágrima. Mas lá estava ela desmanchando-se em lágrimas, com o coração despedaçado. Implorando para que essa dor fosse embora.
Ela mau poderia ter imaginado que o amor poderia lhe causar tanta dor. Era uma dor tão forte que chegava a ser física.
Ela sempre costumava dar conselhos e mais conselhos para todos os seus amigos. Mas não conseguia achar nenhuma solução para que tudo aquilo passasse. Nem ao menos conseguira entender o que havia acontecido.
Lembrava-se exatamente dele dizendo-lhe que não dava mais, que tudo havia acabado. Esses momentos pairavam sobre sua cabeça. Aquela cena se repetia centenas de vezes e a deixava atordoada, sem direção.
Foi então que cansada de andar, resolveu sentar-se em um canto de uma calçada coberta. Estava protegida da chuva. Lá ninguém podia ver-la. Encostou sua cabeça na parede e as lágrimas não paravam de cair. Queria ser salva. Queria ser libertada daquele amor que a consumia. Olhava tudo em sua volta. A chuva que caia sobre as ruas, molhando as árvores e as pessoas que por ali passavam. Estava tão frio que a fazia tremer. Mas não queria ir para casa e ter de enfrentar seus pais com milhares de perguntas.
Voltou seu pensamento em tudo que havia acabado de acontecer e percebeu que aquele amor não era verdadeiro. Na parte dela sim, pois foi sincero o tempo inteiro. Mas da parte dele não. Se fosse não a deixaria sem ao menos uma explicação. Não quebraria todas as promessas e não se esqueceria de todos os momentos. Logo ele estaria lá se divertindo novamente.
Foi então que decidiu ser forte. Enfrentar tudo isso. Sempre foi forte e não seria agora que iria esmorecer. Mesmo que doesse por dias e mais dias, ela iria tentar e não iria desistir. Sempre soube que as decepções fazem as pessoas crescerem e ficarem mais fortes. Era sua vez de passar por tudo e ela passaria. Poderia estar doendo e estava. Uma dor profunda. Poderia chorar todos os dias em seu quarto. Mas se mostraria forte e com o tempo isso passaria.
E não seria clichê, ela não diria que nunca mais iria se apaixonar. Ela sempre sabera que o amor verdadeiro chegaria. Mesmo que para isso tivesse muitas lições a aprender. Mas por esse amor ela esperaria.
Foi então que a chuva cessou, ela levantou e foi caminhando até a sua casa. Sentia-se um pouco melhor. Iria enfrentar tudo que viria e iria conseguir.
E quanto ao amor verdadeiro? Ele virá e a fará feliz como merece.

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