quinta-feira, 10 de março de 2011

Não, não há o que fazer


Um mundo melhor. Um futuro melhor. Um mês melhor. Uma semana melhor. Um fim de semana melhor. Um dia melhor. Assim ela profetizava para que pudesse afastar os fantasmas que dentro dela deixava-a completamente atordoada.
Sentia-se muitas vezes inquieta. Irritada, triste, e também revoltada. Revoltada com o que acontecia, com o que deixava de acontecer. E claro, com a tamanha futilidade, ignorância e a total falta de escrúpulos das pessoas. A jovem até chegou a desacreditar – desacreditar mesmo - de pessoas e suas “boas” intenções.
Adiantava ficar assim? É claro que não.
Enquanto o barco está no mar, só resta continuar e esperar a próxima parada.

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